Arrulham os pombinhos
no largo solitário do jardim.
Os bancos estão sujos.
É mesmo assim.
Por detrás,
marcando o perímetro da paz,
o muro do cemitério.
Ao fundo,
as vozes brilhantes das virgens,
que entre o idílico e o lúgubre
aqui se comprazem,
num jardim súbito
de moinhos sem velas.
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