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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Inquérito

O que dizem uns aos outros os homem antes de torturarem ?

O que diz a si mesmo o homem antes de torturar alguém ?

O que diz o homem a si mesmo antes de se torturar ?


Responda a este inquérito de três perguntas apenas em: https://goo.gl/forms/P2N8bkXzCQ8J3l952

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Aceitar, não é resignar

Cuidar dos feridos, não é apascentar a guerra. Amar os pobres, não é gostar da pobreza. Acolher os transviados, não é ser conivente com o vício. Homenagear os mortos, não é glorificar a morte. Em conclusão: Aceitar, não é resignar. Aceitar é o que nos resta quando não há nada a fazer, quando resistir significa partir, quebrar, ou menos, desgastar-nos sem porquê. Aceitemos, portanto, sem nos resignarmos.


quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

O lado possível da transformação

Vivemos irritados com alguns traços da nossa personalidade. Não queríamos ser vaidosos, tímidos, gananciosos e muitos outros traços da nossa natureza que gostaríamos de anular ou lentamente enfraquecê-los. Muitos tentam esta mudança durante semanas ou meses, mas passando algum tempo, todo o esforço foi em vão e as características voltam manifestar-se como sempre. Na verdade, não podemos anular o que a nossa componente genética e a nossa matriz cultural nos atribuiu. O que podemos é aceitá-la. E ao perdoar as nossas próprias fraquezas, ficaremos mais apaziguados espiritualmente. Esta transformação de aceitação será  pedagógica, porque nos ajudará também aceitar o comportamento do outro. Compreender e aceitar aquele traço da sua personalidade que nos irrita - ou que pode mesmo a fazer com que o odiemos - vai fazer maravilhas, se não na relação com o outro,  pelo menos no nosso próprio conforto espiritual.  Conclusão: Aceita-te e vais aprender a aceitar o outro. Esta é a transformação possível da nossa personalidade, a aceitação.


sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Do caridade

Do amor ao outro até amor próprio existe uma grande distância. É hábito confundirmos o amor narcisista com o amar o outro. No amor narcisista, amamos o outro porque ele nos ama, ou julgamos que ama. Este sentimento gera ciúmes, insegurança e não raras vezes conflito. Na verdade, refletimos o nosso amor próprio no outro e deixamo-nos banhar nos pequenos raios por ele ou ela refletidos.

O amor ao outro é uma admiração às qualidades culturais ou naturais da outra pessoa, uma admiração incondicional. É esquecermo-nos de nós mesmos e centrarmo-nos nos outros. É fazermos como o sol e a lua, onde o primeiro(o sol), aquele/a que ama,  ilumina a segunda(a lua), o amado/a, para que ela ou ele brilhe, mesmo que não tenha luz própria. 

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Da impossibilidade dos espelhos

“Eu nada tenho a dizer de mim, sólida, simples e inteiramente, sem confusão e sem mistura, nem uma palavra…Não há descrição que iguale, em dificuldade, à descrição de si mesmo”.


Montaigne (séc.XVI), Ensaios


quinta-feira, 20 de agosto de 2015

fight or flight

Ao tentar compreender um estado de alma que me persegue há meses, perguntei ao Mr.Google, o que fazer com o "medo". Ele respondeu-me: "fight-or-flight!*"

But I stayed static, Mr.Google! Static like a butterfly wing.

* Trad. Lutar ou fugir.




segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

De que são feitos os sonhos ?

De imagens como esta, diria eu.


Foto de Tim Walker


Tim Walker é um fotógrafo de moda britânico que trabalha com o lúdico e o surreal. Fascinou o mundo com seus editoriais na Vogue, Vanity Fair, W e The New Yorker. Podem ver mais trabalhos dele neste link

terça-feira, 19 de junho de 2012

Somos livres dentro de um aquário



Reparei, em tempos, que um livro do Prof.Daniel Sampaio se intitulava "Somos livres dentro de uma prisão". Eu substitui a palavra "Prisão" por "Aquário" para enriquecer o conceito. A ideia pareceu-me luminosa como modelo interpretativo da existência humana num contexto social segmentado, organizado em classes, corporações, condições que balizam a existência de um humano. Quantas vezes no dia-a-dia não damos uma "cabeçada" nas paredes do "aquário" ?

Tudo o que acumulamos - história, conhecimento e amigos - são para além de um potencial, uma parede transparente. Essa parede permite-nos uma percepção limitada do exterior, ao mesmo tempo que nos impede de ingressar na outra dimensão que se espraia por detrás das paredes de vidro.

A única possibilidade de sair do "aquário" é o salto. Mas esta possibilidade gera-nos perplexidade, desconfiança e angústia, porque não sabemos ao certo o que nos espera do outro lado: Um aquário mais interessante e venturoso ou uma alcatifa seca, onde ofugantes iremos morrer secos e sem réstea de glória ?

sábado, 24 de março de 2012

Os portugueses, um povo obstinado



Jogava-se o acesso aos quartos-finais da Liga Europa. Defrontavam-se em Manchester, o Sporting e o City. Os lisboetas arredados  em todas as outras competições, jogavam agora a salvação do investimento efetuado no plantel na época de 2011/2012. Tinham ganho, em Lisboa, por 1-0.

Nesta segunda-mão, depois de terem estado a ganhar por 0-2, sofreram 3 golos. O resultado de 3-2 ainda servia os objetivos leoninos. O City milionário carregava agora entusiasmado pela reviravolta e pelo público. O Sporting sucumbia minuto após minuto. Contudo, resistia. Afligia os adeptos lusitanos o sofrimento de todo o plantel. O jogo estava ao rubro, mas com um sentido apenas. Havia que fazer qualquer coisa. Foi então que dois portugueses, se lembraram de perder tempo: Pereirinha e Rui Patrício simulavam lesões (a do Pereirinha foi "meia-lesão") com uma veracidade e teimosia incrível. Estavam 11 jogadores leoninos em campo, mas foram dois portugueses que se "lesionaram".

Somos um povo pequeno e temos uma economia frágil. Quando a luta aquece, sabemos sofrer como ninguém e jogamos com tudo. É o nosso plano de sobrevivência, logo um traço da nossa identidade. Gostaríamos todos que fosse ao contrário, que prevalecesse o espírito desportivo. A natureza porém obriga-nos à sobrevivência.

PS.Portugal não é o lugar de um só povo (como a França, Terra dos Francos e a Alemanha, Terra dos Alamanos) ou fruto de uma contingência geográfica, Portugal nasce da VONTADE DOS HOMENS. É sempre essa vontade indómita que faz a diferença a nosso favor. 

segunda-feira, 31 de maio de 2010

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