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quinta-feira, 14 de maio de 2009

Arrebaldes


Viva o lento! Substituir o carro pelas pernas, a máquina digital pela caneta e bloco de notas, combatendo assim a velocidade (mais que furiosa) que nos dificulta a analise e deslumbre dos detalhes.

Em redor de de Lisboa subsistem ainda alguns apontamentos de um urbanismo da primeira metade do século XX. Ao caminhar ao longo da ribeira de Barcarena ou entre as quintas de Belas encontram-se vestígios de uma forma de estar tão próxima no tempo e tão distante no modo de habitar.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Filosofia on the road

Depois de um dia de um nevoeiro gelado que varreu a baixa lisboeta e que me apanhou a caminho da Sé de Lisboa, onde pude contemplar o minucioso Presépio de Machado de Castro (Séc.XVIII),






cheguei ao carro e liguei o ar condicionado. O calor foi tão confortante que me lembrei dos ensinamentos do fíloso alemão Schopenhauer: "Não existe prazer, mas apenas alivio da dor".




Arthur Schopenhauer (Danzig, 22 de Fevereiro 1788 — Frankfurt, 21 de Setembro 1860) foi um filósofo alemão do século XIX

sábado, 3 de maio de 2008

Há vida ( e arte) na periferia !

Se no Harlem e na Bronx, nasceram algumas das correntes musicais que dominaram o panorama da musica pop dos últimos anos, também aqui na periferia de Lisboa, existe um conjunto de condições propícias à criação de novas manifestações artísticas de grande qualidade. Dois exemplos são os BSS - Buraka Som Sistema e os Nigga Poison:





Buraka Som Sistema - Sound of Kuduro









Nigga Poison - Dedica çon

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Lisboa renascida




No passado sábado, visitei um amigo que alugou uma casa na freguesia de Santiago, junto ao Castelo de S.Jorge. Da varanda, pode-se avistar meia-cidade antiga: Bairro Alto, Castelo, Praça do Comércio... Mais do que espaço, da sua varanda também se avistam muitos séculos de história e muitas estórias que ficaram fora dos livros, mas que podemos especular a partir dos fados, dos edíficios e das suas gentes.

Salta à vista, a reconstrução entusiástica e cheia de vitalidade dos edíficios antigos dos bairros típicos alfacinhas. Mais do que uma tendência ou moda, acho que quem promove a reabilitação daqueles espaços (os novos moradores e reabilitadores) acabam por criar um laço entre o passado e o futuro da cidade. Bem hajam.



Registo (excelente) das casas abandonadas de Lisboa por freguesia
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