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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

"César está em casa"


No filme “Planeta dos Macacos: A Origem” (Rise of the Planet of the Apes),  César, um jovem macaco, encontra uma família adoptiva que o integra. Dá-lhe o carinho e a segurança que é habitual encontrar durante a infância. Fora da família, é óbvio que um macaco não se integra da mesma forma e à medida que cresce, o fosso entre ele e os humanos também se alarga. Preso numa instituição de acolhimento para primatas, César percebe o que é ser um macaco estúpido. César é fruto de uma experiência científica que revigora as ligações cerebrais como intuito de combater o Alzheimer. Este tratamento experimental aplicado na mãe de César, torna-o muito mais inteligente que os demais macacos. Coagido por um desejo de vingança, que cresce à medida dos maus tratos que sofre, César desenvolve dia-a-dia um projecto político: Cria alianças, arregimenta forças e aumenta-lhes as capacidades cognitivas. Entre os seus correligionários, encontra-se a força (um gorila), um intelectual (um orangotango) e um arruaceiro leal (um chimpanzé macho outrora rival).

Um dia, a revolta eclode e a óbvia repressão também. César refugia-se com os seus num bosque de sequóias na margem sul de S.Francisco. Mais tarde, o seu “dono” e amigo encontra-se com ele. Pede-lhe que reconsidere, que volte para casa, porque aquela atitude não o levará a lado nenhum. César recusa. E se até então apenas tinha conseguido dizer a palavra: “Não!” – agora encosta os seus lábios ao ouvido do ex-dono e, rodeado pelos da sua espécie, sussurra: ”César está em casa!”





1 comentário :

franco disse...

Gostei muito desse filme

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