desses que os monges prendem ao tronco,
e são-lhes estalo e carícia,
premeditada condição do destino.
Se vou ou venho,
não é traduzível
no dialeto avarento
das carruagens de metro.
Rumor elétrico de motores,
robotizadas vozes e apitos afins.
As pálpebras fecham e abrem-se,
respiram
as luzes que saem de quase todas as mãos,
amostras pequenas de um extenso cardápio cardíaco.
Retomo a cidade, o suor escasso,
a presença incolor e repetente dos utentes.
E, contudo, nada será como antes.
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