O cão agita a cauda,
marcando o compasso
da sua alegria.
Olho-o de soslaio.
Feliz, ladra e abana-a.
Pudesse eu ser tu, sendo eu.
E com a cauda enxotar os pensamentos.
Porque para o homem que pensa, domingo é já segunda-feira.
O princípio traz logo o fim.
E o sol que o abraça
é um poente pressentido.
domingo, 19 de maio de 2019
Um cão sem pensamento
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