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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

E se viver não bastasse

E se viver não bastasse à poesia
Haveria ainda na encruzilhada
Dos caminhos para a fantasia
Aquele que me leva à mulher amada

E só de outras musas eu falaria
Se ao olhar o mar, teu rosto não visse
Avançando entre as brumas da maresia
Ao encontro na praia da nossa meninice

Onde nua corres no encalço das aves
Que leves e lentas partem para sul
Sem pressa nenhuma, desdém ou entrave

E se viver não bastasse à poesia
Bastaria este enlace de verde com azul
Que são teus olhos enchendo  minh'alma vazia

1 comentário :

Luis disse...

Tens razão Luis, para quê tanta coisa quando bastam uns olhos que enchem a alma

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