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terça-feira, 12 de maio de 2015

um pedido

Depois de ler este belissimo poema do Rainer Maria Rilke (Tradução de Paulo Quintela), 


escrevi:

"apesar do clarão, ainda me ouves, Rilke ?
estou preso no fosso do dia
traz-me depressa
aquela escuridão que varre a luz
para debaixo do mar

essa luz que torce e esmaga
a magia (apenas)  pressentida da cegueira"



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