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domingo, 23 de março de 2014

Descansa em paz, homem-punk

Apesar de nunca ter te conhecido, João Ribas,  ouvi falar muito de ti. Acho que fumaste e bebeste a tua parte e depois partiste.  Obrigado por nos teres despenteado as cabeleiras que crescem no sentido inverso, ou seja, as que crescem desgrenhadas dentro do pensamento.  Ficará sempre dentro do meu ouvido, uma guitarra a arranhar e uma voz genuína cantando:' Nós seremos censurados nesta vida até morrer'. Neste pais tão manso, a tua teimosia ainda que juvenil era uma referência.  Até sempre, homem-punk.

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