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quinta-feira, 2 de julho de 2020

Terra

Querida Terra,
às vezes apetecia-me dormir contigo ao relento.

Tapar-me com um lençol de terra fina.

E apagar a Lua,
depois de arrumar o livro no arbusto junto à cabeceira.

2 comentários :

CÉU disse...

Natureza com amor só pode dar poemas destes. Que LINDOOOOOOOOOOOOOOO!

Luís Palma Gomes disse...

Obrigado, Céu. Também acho um dos mais bonitos que escrevi na minha vida. Simples e genuíno. Pode não acreditar, mas andava a pensar nele há anos.

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