“E as águas prevaleceram.” (Gn 7,24)
o inferno será eterno,
nem o paraíso tão longe assim.
Mesmo os ódios
se dissiparão com a morte.
As árvores também (infelizmente).
A chuva continuará,
e a terra encharcada apagará
as pegadas.
Assim se espraia este dilúvio:
dentro dos ovos esperados,
entre os galhos despidos,
onde se esconde, por enquanto,
a primavera.
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