Desculpem as coisas.
Não eram apenas substância antes de alguém lhes dar forma?
A culpa, se culpa houver, é do oleiro, do molde, da mão humana, desse desejo em tomar a lava, grito magmático, sulfuroso ainda, e dar-lhe uma ordem exata, um uso tão temporal como a palavra agora.
Os gatos, os peixes e mesmo os pássaros do outro lado da janela raramente dão forma a qualquer matéria.
Um ninho, talvez, ou uma leve ladeira para esconder as fezes, uma arena estranha fazem os peixes, sem utilidade aparente.
A cidade é diferente: é uma vontade, estrutura memorável mas afinal epidérmica, sobre um animal devorável / adorável.
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