Dormes ainda, Branca de Neve,
no teu esquife, antes que a luz te beije.
Teimo eu no afã da escrita,
imitação da vida, construindo
o meu reino com Legos ganhos no Natal.
Dormir e escrever,
submundos de possibilidades infinitas,
estradas secundárias
feitas apenas para contornar a manhã.
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