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terça-feira, 23 de junho de 2020

A sombra ardente

Talvez sejamos apenas 
a última sombra
de uma misteriosa linhagem, 

aguardando que o zénite solar
nos devolva a essência desassombrada 
de uma missanga unida às outras
pelo fio primordial.

2 comentários :

CÉU disse...

Um poema muito bem escrito, mas um pouco filosófico. Mas, talvez o Luís tenha razão.

Luís Palma Gomes disse...

Agora ando numa "onda" mística. É uma interpretação dos fenómenos que me agrada e me ajuda a aceitar a finitude.

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