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sexta-feira, 24 de abril de 2020

«Memórias» de Raul de Brandão

"Sou um mero espectador da vida, que não tenta explicá-la. Não afirmo nem nego. Há muito que fujo de julgar os homens, e, a cada hora que passa, a vida me parece ou muito complicada e misteriosa ou muito simples e profunda. Não aprendo nada até morrer - desaprendo até morrer. Não sei nada, e saio deste mundo com a convicção de que a paixão e a quimera nos levam a resoluções definitivas. O papel dos doidos é de primeira importância neste triste planeta, embora depois os outros tentem corrigi-lo e canalizá-lo..." 

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