Tenho uma mala castanha
e inexplicável
chamada Deus.
Quando a abro,
tenho tudo o que preciso.
Até o infinito arrumei por lá.
Abro-a para orar três vezes ao dia.
Depois fecho-a
e retomo a angústia alucinante da queda livre.
e inexplicável
chamada Deus.
Quando a abro,
tenho tudo o que preciso.
Até o infinito arrumei por lá.
Abro-a para orar três vezes ao dia.
Depois fecho-a
e retomo a angústia alucinante da queda livre.


