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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

a festa

Pensei em desejar-vos "Feliz Natal". Aprofundei um pouco mais a frase e percebi que se tratava de um pleonasmo.

Na ilha da Madeira, chamam-lhe "A Festa". Acho que eles tem a razão. Desejo-vos todos vós uma "Festa".

Nota: E para os mais distraídos, nesta coisa da chata da História, lembro-vos que se trata da comemoração do nascimento de Jesus Cristo.



sábado, 5 de dezembro de 2015

Gala do Caco premiou os melhores do XVI Festival de Teatro de Esmoriz

O juri do XVI Festival de Teatro de Esmoriz, organizado pelo Grupo de Teatro Renascer, atribui os seguintes prémios, aos espetáculos participantes:

Melhor Peça - "A Moura" - Grupo "Teatro Passagem de Nível" (Amadora)
Melhor Actor - Bruno Esteves (Ajidanha - Associação de Juventude de Idanha-a-Nova)
Melhor Actriz - Márcia (Grupo Cénico de Bairros - Castelo de Paiva)
Melhor Sonoplastia - "A Moura" - Grupo "Teatro Passagem de Nível" (Amadora)
Melhor Cenografia - "MacBeto" - Grupo de Teatro Contra-Senso (Lisboa)
Melhor Desenho de Luzes - "A Moura" - Grupo "Teatro Passagem de Nível" (Amadora)
Melhor Guarda-Roupa - "A Moura" - Grupo "Teatro Passagem de Nível" (Amadora)
Melhor Encenação - Porfírio Lopes (encenador da peça "A Moura" do Grupo - Teatro Passagem de Nível - Amadora)

"A Moura" conquistou  cinco dos prémios  em concurso. Parabéns a todos os que participaram nesta produção.


Porfírio Lopes - Prémio da melhor encenação


Ricardo Simões, Leonel Nogueira, Teresa Tenente e Jorge Couto (atores)

Os cinco "Cacos" atribuídos a "A Moura"


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

a gralha e a raposa

a gralha branca esvoaça no ato clínico de nascer
entre as pernas da sua virgem mãe

traz no bico um pedaço de pão
roído por gengivas gastas e amarelecidas
pelo mesmo vento seco que contaminou as casas

astuta, a raposa pede-lhe que cante
e a gralha imita a primeira palavra
enquanto a vela derrete a noite da aldeia

o pão cai-lhe do bico
e a raposa engole-o cheio do resto da vida
 

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Cara e coroa

Quem afinal lhe iluminou o caminho ?

O caminho que ele ainda pisa a medo com os seus pés mudos 
e que entrevê  com dificuldade entre a poeira que esconde
o seu destino de caminhante cabisbaixo.


Foi um pássaro azul fluorescente que lhe saiu do peito 
ou  uma coruja feita apenas de vento que do pensamento lhe avoou?



sábado, 24 de outubro de 2015

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

parece infantil, dizes tu

as mãos rezam
góticas
arcos quebrados
suportando o peso
da prece
sem pressa

os olhos erguem-se
procuram
na copa das árvores
pássaros lunares
chamam-lhe anjos
parece que incendeiam o mal
com os seus lança-chamas estelares


parece infantil, dizes tu
mas a poesia e as crianças têm em comum 
esta simplicidade frágil

estranhamente invencível

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Relativismo

Que os meios nunca justifiquem os fins, porque há valores absolutos ou de urbanidade que não devem ser violados. A vida é uma caminhada, um mistério e nunca um objetivo.
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