sexta-feira, 28 de novembro de 2014
A natureza é perfeita
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Quando a terra tremer
Quando a terra voltar a tremer
e tudo enfim desfalecer,
um pombo levará no bico
a brisa fértil das asas das borboletas.
e tudo enfim desfalecer,
um pombo levará no bico
a brisa fértil das asas das borboletas.
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Não olhes de frente a Medusa
Não olhes a Medusa de frente, se não ela vai-te petrificar. Olha-a no reflexo do teu escudo, herói. Contorna-a com as sandálias aladas que Hermes tão fraternalmente te cederá. Pede auxílio à deusa da sabedoria, Atenas. A espada, o elmo da invencibilidade e o escudo espelhado pede-os ao Deus dos mortos, Hades, porque ninguém é mais poderoso do que ele na hora de matar.
Quando cortares a cabeça à Medusa, tudo vai ficar mais leve. E do sangue por ela derramado, irá nascer um cavalo alado, Pégaso, representando a nova leveza do teu espírito e um gigante dourado que não é mais do que tua alma doravante.
Não olhes de frente a Medusa, irmão. Não olhes.
Quando cortares a cabeça à Medusa, tudo vai ficar mais leve. E do sangue por ela derramado, irá nascer um cavalo alado, Pégaso, representando a nova leveza do teu espírito e um gigante dourado que não é mais do que tua alma doravante.
Não olhes de frente a Medusa, irmão. Não olhes.
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| Perseu e a cabeça cortada da Medusa |
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Não entres docilmente nessa noite serena
"Não entres docilmente nessa noite serena,
porque a velhice deveria arder e delirar no termo do dia,
odeia, odeia a luz que começa a morrer."
Estes versos do poeta galês Dylan Thomas, são várias vezes repetidos no filme "Interstellar" de Christopher Nolan que recomendo desde já. Quanto aos versos, são uma espécie de grito de revolta contra o tempo.
porque a velhice deveria arder e delirar no termo do dia,
odeia, odeia a luz que começa a morrer."
Estes versos do poeta galês Dylan Thomas, são várias vezes repetidos no filme "Interstellar" de Christopher Nolan que recomendo desde já. Quanto aos versos, são uma espécie de grito de revolta contra o tempo.
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Antroprocentismo ecológico
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Passarinho Anarquista (V)
O passarinho, no cagaruto de um pinheiro bravo, piava aos sete ventos: "Não me venham falar em nome de todos os pássaros. Quando me vêm com aquele discurso 'Para bem da passarada', cheira-me logo a esturro. Juntar, no mesmo saco, falcões e pardais, gaivotas e avestruzes, soa-me a demagogia da grossa e mata-se logo a discussão política."
O passarinho anarquista (IV)
Hoje quando me dirigia para o café, vi o passarinho anarquista muito engolfado e deprimido. Perguntei-lhe, cheio de compaixão, o que se passava. Ele confessou que era um anarquista de "estufa" e que quando surgiam as primeiras auroras fascistas, ficava logo enrascado.
Eu reconfortei-o, mas segredei para os meus botões: "És mesmo um passarinho".
Eu reconfortei-o, mas segredei para os meus botões: "És mesmo um passarinho".
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