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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

O abraço

Naquele dia singelo,
Ela abraçou a árvore
Como se da noite viesse
E regressasse, fértil, à vida.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

A moura - a leitura














Ontem surgiram tantos atores e curiosos para  a leitura de "A moura" que alguém disse que parecia a reunião geral de uma novela. Foi apenas uma primeira abordagem efetuada com as características das primeiras vezes. Julgo  também que para a maioria  dos presentes - e apesar do avançar da hora - foi também amor à primeira vista. Conclusão: A moura funciona. Precisa de eventuais ajustes para ganhar algumas dinâmicas e  ritmos. Mas tem um motor de vinte e tal  atores, tracção aos quatro atos e um bom final - diria bonito e poético. Obrigado a todos os que saíram de casa para ficarem mais mouros.

Próxima sessão de trabalho: 16 de outubro de 2013 - Local: TPN

sábado, 28 de setembro de 2013

A moura


Cresceu nove meses na barriga do computador. Faltam duas semanas para ver a luz do dia e ser lida pelos atores, pela primeira vez, como quem visita um recém-nascido no quarto da maternidade. Falo-vos da peça de teatro "A moura" - drama medieval para vinte e tal atores. A encenação será de Porfirio Lopes e a produção, do Teatro Passagem de Nível. 
Em redor da clássica história da moura encantada, o texto fala de amor e fé. Passa-se em 1362, em Ourém, no reinado de D. Pedro l.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Via Láctea

Anteontem, pela primeira vez, alguém disse um poema meu em público. As pessoas gostaram e até houve quem, imaginem, o procurasse na internet. Por essas e por outras, aqui o deixo em baixo, à espera das garras dos "motores de pesquisa":

Via Láctea

Um cão azul chamado semiótica
A inquilina da leitaria antropológica
A fila de automóveis do medo
As gravatas do sucesso poluente
O amante do amor da vizinha
O cheiro da mercearia anónima
Os edifícios vestidos de tempo
Um arbusto com perfil sexual
O O’Neill a sorrir de desgosto
O lixo do androide bancário

A rua … O povo … Portugal 



sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Experiência da profundidade

Um desenhador, Filipe Almeida, experimentou  neste esboço (Sketch), uma nova técnica para ele. Cito o desenhador: "1º plano com um traço simples com a paralel pen e deixar o plano de fundo apenas para a mancha com aguarela, para criar uma noção de profundidade."

Talvez a sua intenção tenha sido apenas visual, mas a profundidade  por ele criada extravasou esse domínio. A simbólica oliveira e os verdes prados fizeram-me experimentar uma verdadeira profundidade espiritual. Obrigado, Filipe, pelo teu olhar, traço e pincelada.




Para verem mais trabalhos do autor, dirijam-se ao Urban Sketchers - Portugal. cliquem no link abaixo:
http://urbansketchers-portugal.blogspot.pt/search/label/Filipe%20Almeida

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Moderado, uma posição relativa

Dizem que são os moderados que mudam o mundo. Como a posição de moderado é uma posição relativa, pergunto: Se não é necessário voltar a marcar a posição dos extremos, para legitimar, de novo, o estatuto dos moderados?

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Horizonte Portugal - Jornadas Europeias do Património 2013

O Horizonte Portugal com a colaboração da Biblioteca Nacional, e integrado na Jornadas Europeias do Património, vem convidá-lo a comparecer na apresentação deste projecto no dia 21 de Setembro de 2013, na Biblioteca Nacional.

O Horizonte Portugal é um projecto em desenvolvimento para a elaboração de um sítio na Internet sobre a imagem do território português, através da colocação on-line de uma selecção de fotografias de um arquivo recente, constituído por mais de 1.000.000 fotografias, com a cobertura da totalidade do espaço português, com incidência nos temas da paisagem natural, rural e urbana, bem como da arquitectura e engenharia.

Para além do sítio na Internet,  irá ser apresentado  um projecto museológico do Horizonte Portugal que será fundamentalmente  um espaço em permanente desenvolvimento com vista ao aprofundamento cada vez mais eficiente da divulgação da imagem de Portugal, do seu território, das suas paisagens e das suas arquitecturas

Local : Lisboa , Campo Grande , 83 ( Biblioteca Nacional)
Hora : 14:30 - 17:30 Horas
Organização : Duarte Belo e Biblioteca Nacional




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