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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Locais de culto: Igreja de São Roque - Lisboa


Quando visitamos igrejas, nos 4 cantos da cristandade, ficamos admirados com as suas capelas, retábulos, frescos, entre muitos outros predicados. Contudo, visitei uma igreja lisboeta cujo exterior, sóbrio e vulgar, não deixa transparecer o seu interior magnifico e vibrante, nem fica nada a dever aos mais belos lugares de culto europeus. Talvez porque algumas das suas lustrosas capelas se encontram, em fase adiantada de restauro, que a sua beleza resplandeça ainda mais.

Foi erigida, pela Companhia de Jesus, nos século XVI e decorada gradualmente durante os séculos XVII e XVIII. É notório que a contra-reforma obrigou esta igreja  a adoptar um perfil humilde para a fachada e depois a um maneirismo e barroco esplendoroso, na forma como compôs o seu interior. O facto de ter resistido ao terramoto de 1755,  torna-a mais sui generis e obrigatória entre os lugares de culto alfacinhas.

Se desejarem conhecer mais detalhes podem iniciar a navegação pela wikipédia:

A igreja situa-se no Largo Trindade Coelho, paredes meias com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e o Bairro Alto. Ao domingo, existe uma visita guiada (em português) à igreja e ao museu de arte sacra com o mesmo nome, pelas 16.00 horas.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

O rosto de Deus

Quantos rostos tem Deus ?
Valerá a pena correr o risco de os revelarmos ?
Não correremos o risco de nos enganarmos ou desgastar o seu mistério?
Cada homem, povo ou religião terá as suas respostas e perguntas.
 
Este local que vos mostro através de uma foto que tirei durante a primavera, é para mim um rosto de Deus. E se não for o rosto dele, é pelo menos a sua imagem refletida no espelho da terra.


Local: Vale de Idanha (Rio Erges) - Freguesia: Salvaterra do Extremo - Concelho: Idanha-a-Nova - Distrito: Castelo Branco

Outro pormenor mais a jusante:


Local: Garganta no Rio Erges (perto da Fonte da Ribeira) - Freguesia: Salvaterra do Extremo - Concelho: Idanha-a-Nova - Distrito: Castelo Branco

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Combinações deliciosas

Há combinações fantásticas de pessoas, momentos e lugares. O tridente atacante de Figo-Eusébio-Cristiano, um dueto com a Amália e o Carlos do Carmo e a musica coral do século XV, “Belle que tiens ma vie”, cantada na Saint-Chapelle na ille de la Cité – Paris. Deixo-vos uma foto e um vídeo. E ainda a hercúlea tarefa de imaginar como seria o concerto:


segunda-feira, 11 de abril de 2011

Uns e Outros

Ainda a propósito do ultimo post deste blog sobre educação, gostaria ainda de citar uma conversa que ouvi durante uma crise que aconteceu no SL Benfica nos anos 90. Perguntava o jornalista ao central brasileiro Carlos Mozer:

"Mozer, é verdade que o balneário do Benfica está dividido em 2 grupos ?".


Responde o Mozer:

"Sim, é verdade. Existem de facto 2 grupos. Os que trabalham e os que não trabalham".

É uma forma simples de ler as coisas. Mas o essencial, é perceber porque não trabalham alguns? E o que é que os lideres das organizações podem fazer para melhorar a produtividade dos mais renitentes em colaborar ?

sexta-feira, 8 de abril de 2011

A teoria do jogo da corda

Contava-me há pouco um jovem : "Existem dois grupos de jovens: Aqueles que vão para um colégio privado e são colocados desde muito cedo numa redoma de vidro para sempre. Depois há os da escola publica que pura e simplesmente passam a vida a boicotar a sua própria escola. Ambos os grupos puxam a corda em direcções opostas." Perguntei-me porquê esta vontade do segundo grupo em boicotar a sua própria educação ? Acho que eles rejeitam, sensatamente, que estejam a ser educados para servirem os outros, os do primeiro grupo. Rejeitam ser "another brick on wall".

sexta-feira, 1 de abril de 2011

O herói-elefante

Um herói tem valores próprios e bem definidos. O grupo revê-se nele, apesar do herói muitas das vezes nem se aperceber da sua importância e da relevância dos seus valores espirituais. Ainda assim, o grupo, ansioso por uma liderança em que se reveja, reúne-se em torno dele, na clareira da floresta, que o herói abriu como fazem os elefantes.

O herói distancia-se do narcisismo, do mero interesse pessoal e sobretudo não se deslumbra com a visível popularidade. Quando isto acontece a sua heroicidade é cantada pelos poetas, amada pelos outros e invejada por alguns.

Precisamos de heróis, sempre.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A nossa Sophia


Na cerimónia de entrega do espólio da poetisa Sophia de Mello Breyner à Biblioteca Nacional de Portugal (BNP), o filósofo Eduardo Lourenço disse: " A poesia não pertence à História da Literatura. A poesia pertence à história da vida".

Não diria mais nada.
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