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segunda-feira, 9 de maio de 2011

O rosto de Deus

Quantos rostos tem Deus ?
Valerá a pena correr o risco de os revelarmos ?
Não correremos o risco de nos enganarmos ou desgastar o seu mistério?
Cada homem, povo ou religião terá as suas respostas e perguntas.
 
Este local que vos mostro através de uma foto que tirei durante a primavera, é para mim um rosto de Deus. E se não for o rosto dele, é pelo menos a sua imagem refletida no espelho da terra.


Local: Vale de Idanha (Rio Erges) - Freguesia: Salvaterra do Extremo - Concelho: Idanha-a-Nova - Distrito: Castelo Branco

Outro pormenor mais a jusante:


Local: Garganta no Rio Erges (perto da Fonte da Ribeira) - Freguesia: Salvaterra do Extremo - Concelho: Idanha-a-Nova - Distrito: Castelo Branco

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Combinações deliciosas

Há combinações fantásticas de pessoas, momentos e lugares. O tridente atacante de Figo-Eusébio-Cristiano, um dueto com a Amália e o Carlos do Carmo e a musica coral do século XV, “Belle que tiens ma vie”, cantada na Saint-Chapelle na ille de la Cité – Paris. Deixo-vos uma foto e um vídeo. E ainda a hercúlea tarefa de imaginar como seria o concerto:


segunda-feira, 11 de abril de 2011

Uns e Outros

Ainda a propósito do ultimo post deste blog sobre educação, gostaria ainda de citar uma conversa que ouvi durante uma crise que aconteceu no SL Benfica nos anos 90. Perguntava o jornalista ao central brasileiro Carlos Mozer:

"Mozer, é verdade que o balneário do Benfica está dividido em 2 grupos ?".


Responde o Mozer:

"Sim, é verdade. Existem de facto 2 grupos. Os que trabalham e os que não trabalham".

É uma forma simples de ler as coisas. Mas o essencial, é perceber porque não trabalham alguns? E o que é que os lideres das organizações podem fazer para melhorar a produtividade dos mais renitentes em colaborar ?

sexta-feira, 8 de abril de 2011

A teoria do jogo da corda

Contava-me há pouco um jovem : "Existem dois grupos de jovens: Aqueles que vão para um colégio privado e são colocados desde muito cedo numa redoma de vidro para sempre. Depois há os da escola publica que pura e simplesmente passam a vida a boicotar a sua própria escola. Ambos os grupos puxam a corda em direcções opostas." Perguntei-me porquê esta vontade do segundo grupo em boicotar a sua própria educação ? Acho que eles rejeitam, sensatamente, que estejam a ser educados para servirem os outros, os do primeiro grupo. Rejeitam ser "another brick on wall".

sexta-feira, 1 de abril de 2011

O herói-elefante

Um herói tem valores próprios e bem definidos. O grupo revê-se nele, apesar do herói muitas das vezes nem se aperceber da sua importância e da relevância dos seus valores espirituais. Ainda assim, o grupo, ansioso por uma liderança em que se reveja, reúne-se em torno dele, na clareira da floresta, que o herói abriu como fazem os elefantes.

O herói distancia-se do narcisismo, do mero interesse pessoal e sobretudo não se deslumbra com a visível popularidade. Quando isto acontece a sua heroicidade é cantada pelos poetas, amada pelos outros e invejada por alguns.

Precisamos de heróis, sempre.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A nossa Sophia


Na cerimónia de entrega do espólio da poetisa Sophia de Mello Breyner à Biblioteca Nacional de Portugal (BNP), o filósofo Eduardo Lourenço disse: " A poesia não pertence à História da Literatura. A poesia pertence à história da vida".

Não diria mais nada.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Qualidade versus Quantidade

A teoria dos contrários diz-nos que sem a noção de escuridão, a luz não tem significado. E sem o Mal, não há o Bem - teoria tantas vezes usada em interrogatórios policiais (Polícia Mau /Polícia Bom). Na época de escassez que se advinha, é importante reflectir sobre o tema ou dilema: Qualidade/Quantidade.

A Era da Revolução Industrial criou o objectivo da quantidade e da massificação. A nova Era é da QUALIDADE ( e já começou "à bué"). Qualidade de vida, de processos, de gestão, entre muitas outras formas. Contudo, como a história nos ensina, a fronteira entre duas Idades não é uma linha mas sim um espaço. Uma área temporal (e às vezes geográfica) onde gradualmente uma forma de viver desaparece, enquanto outra surge na proporção inversa.

Hoje, temos um bom carro (com muitos cavalos), mas não temos tempo, nem dinheiro para ir a nenhum sítio especial. Amanhã, teremos apenas uma bicicleta, mas, pelo menos, meio-dia para dar "umas voltinhas" pela floresta onde chilreiam os pássaros e as crianças sorriem. Parece fácil e é. Mas as nossas cabecinhas industriais não deixam a qualidade surgir com a brevidade necessária para que  possamos usá-la em tempo útil de vida.
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