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quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Deolinda

Hoje enquanto ouvia a rádio, fui surpreendido por este som. Não sabia quem eram os artistas, nem sequer o nome da música. Insisti no Google com as palavras "fan fan fan" e "Romantismo" sem sucesso. Procurei na Antena 3 e nada. Depois voltei ao Google e pesquisei por " Top Musica Nacional" e lá encontrei um nome que sugeria fado: DEOLINDA. Avancei na pesquisa e lá descobri esta singela peça musical denominada: "Fon Fon Fon". Já dizia o Pablo Picasso: "Eu não procuro, encontro". Hoje, comigo passou-se algo semelhante, primeiro encontrei e depois procurei. Entre os comentários do Youtube.com, destaco um deles que serve que "nem ginjas" aos Deolinda: "A Qualidade é Simples".


segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Conselho


Dou-vos um conselho: Deita-vos debaixo de uma árvore municipal, sobre uma terra sem valor comercial, olhando um astro que não esteja registado em nenhuma conservatória do registo predial. Encontrareis, neste gesto, uma perspectiva daquilo que penso ser o BIOSOCIALISMO. É relaxante, gratuíto e sem emissões de CO2

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Gatos & Gatos

Gatos: Quase ninguém fica indiferente aos bichanos. Para alguns, são falsos e não conhecem o dono. Para outros, são calmos e sensuais. O Prof.Agostinho da Silva, que tinha muitos gatos e ao que parece não lhe punha nomes, tem uma frase singular: " O Gato é um animal que se cumpre". Esta frase entende-se melhor quando lemos e/ou escutamos este poema de Fernando Pessoa (O Professor era também um Pessoano assumido):




Titulo: "Gato que brinvas na rua" de Fernando Pessoa


Gato que brincas na rua

Como se fosse na cama,

Invejo a sorte que é tua

Porque nem sorte se chama.


Bom servo das leis fatais

Que regem pedars e gentes,

Que tens instintos gerais

E sente só o que sentes.


És feliz porque és assim,

Todo o nada que és é teu

Eu vejo-me e estou sem mim,

Conheço-me e não sou eu.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

"Os meus primeiros anos" - Winston Churchill


Editado pela Guerra e Paz, a auto-biografia de Winston Churchill recomenda-se. Depois de uma escolaridade em que foi apenas sofrível, o antigo PM britânico frequenta a Academia Militar e de seguida engrossa diversas frentes de guerra do grande império victoriano, nomeadamente, Cuba (como convidado da coroa espanhola), Africa do Sul (Guerra Boer), Sudão e Paquistão. O livro relata com alguma nostalgia o fim de uma época em que a guerra era mais "romantica" - romantismo que desaparece com a carnificina da Primeira Guerra Mundial e das suas "Dantescas" máquinas de matar.



Churchill conta-nos a sua história de 1874 a 1902. Período durante o qual inicia também a sua feliz carreira política. A forma aberta e corajosa como este homem, Nobel da Literatura em 1953, fala das suas fraquezas e incertezas, é por certo uma das suas lições de coragem e honestidade intelectual. Um dos mais audazes e corajosos líderes do século XX não era perfeito e assumia-o com facilidade, em 1930, data da publicação da primeira edição deste livro - evento precedido de uma derrota política dos "tories".


Uma das suas frases célebres, mostra o seu génio desasombrado: "Um apaziguador é alguém que alimenta um crocodilo na esperança de ser o último a ser comido".


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